16 de jan de 2010

Seamus, o cão que foi o quinto integrante do Pink Floyd


Em 1971 David Gilmour teve a genial ideia de converter um cão em uma estrela do rock. A ideia surgiu quando o guitarrsita do Pink Floyd teve que cuidar durante um tempo do animal de estimação de seu amigo Steve Marriott. O cão Seamus uiavava e latia, a cada vez que ouvia uma canção ou que alguém tocasse uma guitarra, seguindo o ritmo da canção.

Graças a esta peculiar qualidade, Seamus converteu-se em 1971 no 5° membro não oficial do Pink Floyd, ao interpretar junto ao grupo um blues, com seu nome, incluído no álbum "Meddle". A canção foi escrita por Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright e alguns asseguram que no primeiro minuto dá para ouvir um dos membros da banda dizer algo como:

- "Here is the real dog".

No entanto, esta não foi a primeira vez que Seamus participou da gravação de um disco. Ele também "cantou" no single "The Universal" dos Small Faces de 1968.



Para a gravação em formato cinematográfico do mítico concerto "Live at Pompeii", na Itália, o Pink Floyd teve que substituir Seamus por outro cão, já que este não se encontrava disponível. Em seu lugar a canção foi interpretada por uma cadela afegã chamada Nobs, que era propriedade de Madonna Bouglione, filha de um famoso diretor de circo, e no filme a canção passou então a se chamar "Mademoiselle Nobs". Graças a seu talento vocal, a cadelinha Nobs fez uma magnífica intrepretação e converteu-se também em toda uma estrela, assim como seu colega Seamus.